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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Gente Tóxica

Muitos não acreditam, mas que estamos rodeados de pessoas com sentimentos negativos, ah...isso estamos. Seja no trabalho, na escola, entre amigos, família...onde for.... lá  está ela "mascarada", para que não desconfiemos.
Já ouvi muito uma frase: - Tenho inveja boa. ( Inveja boa???? E desde quando isso existe????) pra mim inveja é inveja e acabou.



No livro Gente Tóxica -  Bernardo Stamateas,  você encontrará todos os tipos de personalidades Tóxicas:
O psicopata, o neurótico, invejoso, fofoqueiro o manipulador e outros.



Algumas pessoas darão valor a seus sonhos. Outras irão menosprezar
tudo a que você se propôs.


Com base no livro, eis 10 características do INVEJOSO


 1) Se você tira uma nota boa num trabalho e ela não, ela não consegue dar parabéns e fica visivelmente incomodada;
2) Ela fica chateada se você sai com outra amiga e não a convida;
3) Sente-se mal se for tratada da mesma maneira que outras pessoas, pois acha que é mais especial que todo mundo;
4) Quando encontra a turma, ela quer ser o centro das atenções e passa por cima de qualquer uma para conseguir isso;
5) Ela critica pessoas famosas ou que não conhece;
6) Quando você emagrece ou muda o visual, ela é a única que não comenta nada (ou fala com desdém);    
7) Quando você usa uma roupa legal, logo ela pergunta onde comprou e na semana seguinte aparece com a peça;
 8) Ela nunca está contente com o que tem e vive reclamando;
 9) Fica incomodada quando você fala bem de outra pessoa que não ela;
10) Não compete se não tiver certeza que vai ganhar.
 Se você identificou alguma pessoa com os hábitos acima, tome cuidado.

"A inveja é uma declaração de inferioridade!"
 Napoleão Bonaparte

"A inveja e assim tão magra e palida porque morde e não come."
Francisco Quevedo

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Reflexão

                                   A VIDRAÇA
                                                                       
Dois jovens, recém-casados, mudaram-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passaram na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido :
_ Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Ela deve está precisando de um sabão novo. 
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela gostaria que eu a ensinasse a lavar as roupas!
  O marido observou calado. 
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido :
_ Nossa vizinha continua pendurando lençóis sujos!
  E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal, passando um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendido, e empolgada foi dizer ao marido :
_ Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha lhe deu o sabão? Porque eu não fiz nada!
  O marido calmamente a respondeu :
_ Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!
 
( Tirado do livro Histórias que Evangelizam, autor : Gilberto G. Barbosa)
Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir. Verifique seus próprios defeitos e limitações. 
Devemos olhar antes de tudo, para nossa própria casa , para dentro de nós mesmos. Lave a vidraça. Abra sua janela.

Dois jovens, recém-casados, mudaram-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passaram na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido :
_ Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Ela deve está precisando de um sabão novo. 
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela gostaria que eu a ensinasse a lavar as roupas!
  O marido observou calado. 
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido :
_ Nossa vizinha continua pendurando lençóis sujos!
  E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal, passando um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendido, e empolgada foi dizer ao marido :
_ Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha lhe deu o sabão? Porque eu não fiz nada!
  O marido calmamente a respondeu :
_ Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!


 
( Tirado do livro Histórias que Evangelizam, autor : Gilberto G. Barbosa)
Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir. Verifique seus próprios defeitos e limitações. 
Devemos olhar antes de tudo, para nossa própria casa , para dentro de nós mesmos. Lave a vidraça. Abra sua janela.

domingo, 13 de fevereiro de 2011


A GENTE SE ACOSTUMA
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.


                                       

A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto. 
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. 
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. 
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto. 
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
                   

Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.  

     Marina Colassanti